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Supervisão para terapeutas que querem desenvolver seu olhar clínico

Você já atende, mas sente que poderia compreender melhor seus casos, suas intervenções e o que acontece com você durante as sessões?

Talvez você já teve dúvidas se está realmente ajudando o paciente, se suas intervenções estão produzindo o que você espera e sobre o que fazer na próxima sessão. Essas dúvidas fazem parte do desenvolvimento clínico. 

Na supervisão, vamos olhar juntos para aquilo que acontece na clínica: formular casos, desenvolver seu raciocínio clínico e observar como sua própria presença influencia a condução do atendimento.

Para quem é essa supervisão?

É voltada especialmente a terapeutas, psicólogos recém formados e profissionais que estejam retomando a clínica.

O trabalho não é voltado ao ensino de uma técnica terapêutica específica. O foco está no desenvolvimento do olhar clínico: compreender os casos, construir hipóteses, refletir sobre a condução das sessões e observar a própria participação do terapeuta no processo.

Se faz sentido para você, me mande uma mensagem e vamos conversar.

O que trabalhamos na supervisão?

Formulação de caso Organizar aquilo que aparece no atendimento sem reduzir o paciente a um diagnóstico ou explicação pronta, construindo hipóteses que possam orientar o trabalho clínico.

Raciocínio clínico Desenvolver a capacidade de compreender o que está acontecendo ates de decidir o que fazer, considerando diferentes possibilidades e caminhos para o atendimento.

O terapeuta dentro da sessão Observar pensamentos, sentimentos, incômodos e impulsos que surgem durante o atendimento - e compreender como eles podem estar influenciando sua maneira de conduzir a sessão.

Condução e postura terapêutica Pensar sobre quando intervir, quando perguntar, quando sustentar o silêncio, quando explorar uma hipótese e quando reconhecer que ainda não sabemos.

O que você pode desenvolver

Ao longo do processo, a proposta é que você desenvolva maior capacidade de:

  • Formular inicialmente seus próprios casos;

  • Identificar hipóteses e diferenciá-las dos fatos observados;

  • Perceber seus próprios movimentos durante a sessão;

  • Revisar sua compreensão diante do que acontece na sessão;

  • Refletir sobre o motivo de determinadas intervenções;

  • Conduzir seus atendimentos com mais consciência e autonomia;

Quem sou eu?

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Sou o Marcus, psicólogo e psicoterapeuta, e atuo na clínica desde 2015.

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Ao longo desses anos, trabalhei com diferentes demandas e formas de compreender o sofrimento humano e atualmente venho me especializando em Logoterapia e Análise existencial.

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Foi desse percurso que nasceu também meu interesse pela supervisão: ajudar outros terapeutas a desenvolver não apenas um repertório de técnicas, mas principalmente a capacidade de pensar sobre aquilo que acontece durante o atendimento.

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Na supervisão, reúno minha experiência clínica, meus estudos e uma postura investigativa diante dos casos. Não parto da ideia de que existe uma resposta pronta para cada paciente. O objetivo é construir, junto com o terapeuta, uma compreensão que possa orientar sua prática.

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